Cresci num ambiente familiar extremamente crítico, onde ninguém nunca é bom o bastante. Sempre fui magra, e essa característica física me rendeu um tratamento diferenciado, eu era vista e tratada como uma pessoa fraca, frágil, alguém que inspira cuidados. Aí, casei, engravidei, tive a Amanda, amamentei e amamento até hoje... E voltei a ser magra, kkkkkkkkk!
Mas tudo isso pra dizer que espero manter-me consciente pra não repetir com minha filha o que eu vivi. Amanda é meio chata pra comer, é fato. Às vezes é um amor , mas às vezes dá uma canseeeeira. É uma lindona, cresce sem parar, mas não é aqueeeele bebê fofão, sabe? Aquele do comercial. E quantos são? A minha maravilhosa família crítica já percebeu isso e, aqui e ali, escapa um comentário a esse respeito. (Ah, mas "que saco", viu? )
Quero distância desse comportamento. Olho pra minha filha todos os dias e enxergo capacidade, potencial, possibilidades mil, como em todas as crianças... Deus me ilumine a mente e me ajude a manter-me assim. E que pela graça do Senhor ela se perceba assim.
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Família, ê! Família, ah! Família... (Titãs)
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Ellem de Lima Chase
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Terça-feira, Setembro 29, 2009
Ok, ok, eles são "Os Sacerdotes" maaaaas, se você minha amiga, quiser ir à EBD no domingo pela manhã, pule da cama cedinho, e comece a maratona. Só depende de você mesma e de mais ninguém. Ufa!
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Ellem de Lima Chase
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Segunda-feira, Setembro 21, 2009
Nesse lance de ensinar a criança a comer, a gente tem que ter em mente o mais importante. E eu acredito que mais importante é o fato estar formando os hábitos alimentares de um adulto, com um profundo impacto na qualidade de vida que ele/ela terá. O sentido da prática é outro. Eu não dou comida pra ela ficar gordinha agora, eu ensino a comer pro resto da vida. Que responsa!
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Ellem de Lima Chase
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Domingo, Setembro 06, 2009
Esta semana nossa Amanda completará 9 meses. Já?! Eu dizia que ela só iria mamar no peito até os seis. Maaaas... Parece que ainda vai mais um pouco.
Dentre tantas características, duas traduzem bem o jeito dela hoje: o gosto por música (vale tudo, de erudita até abertura de Paraíso) e a "seriedade". Hahaha! Coisa que eu mais ouvi até hoje: "- Ela é séria, né?"
Ôxe, e como!
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Ellem de Lima Chase
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Quinta-feira, Setembro 03, 2009
Culto familiar:
Parece carolice mas, é legal... com CJ tocando violão e Amanda, muito à vontade, cantando (hahahaha!). Não tem preço.
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Ellem de Lima Chase
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Domingo, Agosto 23, 2009
Conversa fiada na madrugada
04:50 da manhã, sem energia elétrica em casa, com a bebezinha linda sofrendo com a coceira da catapora:
EU: "- Ai, Jesus, manda logo essa luz!"
ELE: "- E Jesus agora é eletricista, é?"
Digam se ele não é ótimo?
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Ellem de Lima Chase
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Segunda-feira, Agosto 17, 2009
Pra mim, o pior dessa confusão Globo x Edir Macedo (Record, IURD, o escambal) é ouvir que ele é EVANGÉLICO. Putz! "É pá acabá!" Não é que esse cara se apropriou dessa denominação?! Maior impropriedade nunca vi, mas agora é tarde, pois os desavisados põem todo mundo no mesmo saco, e transformam evangélico em sinônimo de pilantra. E agora, vou ser o quê?
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Ellem de Lima Chase
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Conveniência feminina
Dia desses assiti a um filme bem bacana que me fez lembrar...
Uma vez assisti a esposa de um cidadão corrupto chorar copiosamente durante um depoimento numa CPI no Congresso Nacional. Chorava e dizia insistentemente que nada sabia sobre os negócios do marido, não fazia idéia, não desconfiava, blá, blá, blá... Cena corriqueira essa. Mas eu sempre soube que as esposas de mafiosos, bandidos, e toda sorte de corruptos e afins , pequenos ou grandes, não são vítimas, não são pobres mulheres enganadas, não são assim tão inocentes.
Acredito que estas hábeis e inteligentes mulheres, ocupadas em suas profissões ou dedicadas em administrar seus lares e cuidar da família, aparentemente distantes de todas as "falcatruas" do marido, sentem-se irremediavelmente atraídas pelo poder e pelo status que o dinheiro pode render, talvez até mais que seus próprios parceiros. Por isso mesmo tornam-se companheiras fiéis, garantindo toda a segurança e aprovação (silenciosa ou não) para que eles prossigam em seus pequenos ou grandes desvios. Seguem tolerantes, desde que não sintam-se ameçadas em seu conforto, sabendo que seu silêncio é bem recompensado. Pura conveniência.
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Ellem de Lima Chase
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Sexta-feira, Julho 03, 2009
Sabedoria da minha amiga Leninha: "Criar filho é treinamento pra doido." kkkkkkkkk! Eu diria: Criar filho, depois dos 30, é treinamento pra doido!
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Ellem de Lima Chase
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