segunda-feira, agosto 01, 2005

Ser Não é Ter... Dinheiro

Se você é desse mundo, como eu também sou, já deve ter percebido que aqui somos levados a acreditar que o valor do Ser é calculado em função do dinheiro, dos bens, da aparência que cada um tem. O Consumismo apela para nós com a ilusão da satisfação, da valorização pessoal, da felicidade.

A tv, essa grande vitrine do capitalismo, tem um papel fundamental no processo de nos inculcar a crença no poder do dinheiro, e não poderia ser diferente, considerando que o consumo é base do sistema. A mansão, o carro do ano, o celular da hora, o jeans da moda, o corpo perfeito (a que preço!), as festas, os mimos... e sem prestar muita atenção acabamos quase todos convencidos de que é comprando (e muitas vezes nos endividando) que nos tornamos alguém de valor.

Mas, a despeito de tudo o que lutamos para ter, ou de todo o empenho para parecer que temos, as coisas que adquirimos são incapazes de nos dar satisfação, muito pelo contrário, sempre queremos mais, mesmo quando não precisamos.

O consumismo e a moda também são incapazes de nos acrecentar o sentimento de valor por nós mesmos. Ninguém se engane, ninguém é o que tem, agente é o que sente que é. Que idéia você faz de si mesmo? Que valor você acredita que tem?

Se você sente que não é lá grande coisa, acredite que Deus é pessoa que ama, entende e valoriza você. Decida-se a aprender mais sobre Ele. Afaste a ansiedade e deixe-se preencher pelo amor, pela paz e pela satisfação que só Ele pode dar.

O que vale à pena ter:

· Ter esperança em Deus.
· Ter paz, sossego, tranqüilidade pra viver a vida seja boa ou má aos nossos olhos.
· Ter família e participar dela, respeitando a individualidade de cada um.
· Ter amigos que se importam conosco, sem se importar se temos dinheiro ou não.
· Ter sensibilidade para olhar mais o outro.
· Ter ânimo para buscar fazer o que se quer fazer na vida.

quarta-feira, junho 22, 2005

Precisamos rejuvenescer

Você não sente nem vê,
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo,

Que uma nova mudança em breve vai acontecer
E o que há algum tempo era jovem novo
Hoje é antigo, e precisamos todos rejuvenescer.
...
...

No presente a mente, o corpo é diferente
E o passado é uma roupa que não nos serve mais
No presente a mente, o corpo é diferente
E o passado é uma roupa que não nos serve mais

Trechos de VELHA ROUPA COLORIDA de Belchior, sucesso nos anos 70.

terça-feira, junho 07, 2005

A Graça Inclusiva


Lendo os Evangelhos observamos que Jesus é uma figura fantástica! Ele tinha espírito humilde e simples, sim, mas também se expressava de maneira crítica e oferecia liberdade. Não estava nem aí para os ricos, os soberbos, os religiosos hipócritas, os arrogantes,... não estava nem aí para os poderosos. Foi amigo dos pobres, dos fracos, dos oprimidos, dos pecadores, dos imperfeitos, ao mesmo tempo em que viveu e pregou um padrão ético que ninguém pode atingir. Nos transmitiu o elevado ideal de Deus, muito, muito superior a nossa triste realidade, a realidade da imperfeição.

Muitos de nós já experimentamos uma grande frustração por tentar deseperadamente seguir esses ideais. Mas não precisamos nos sentir indignos porque não podemos alcançar a perfeição. Jesus nos desafia a avançar na direção desses ideais, mas não nos julga, nem nos condena por não alcançá-los, em vez disso Ele nos oferece graça. Jesus perdoa ladrões, adúlteros, mentirosos, oferecendo sua graça a todos os que se reconhecem necessitados, os que não conseguem realizar nada por si mesmos.

A caminhada rumo aos padrões de Deus não signigfica o reinado do legalismo. Jesus não afasta os imperfeitos.

"Jesus transferiu a ênfase da santidade de Deus (excludente) para a misericórdia de Deus (inclusiva)." (Yancey, 2000, p.167).

Sejamos todos confortados pela realidade da graça, e sejamos inspirados pelos Evangelhos a agir como Jesus conosco mesmos e com os outros.

quinta-feira, maio 26, 2005

Internet e desigualdade


É... a Internet mudou mesmo a nossa vida. Eu tenho e-mail, você também, nossos amigos todos têm. Temos Blog, Orkut, Skype... Todo mundo está conectado.

Todo mundo, mesmo?

Vivemos num tempo marcado pelo avanço da tecnologia. Nos encantamos pelas vantagens e comodidades que os bens tecnológicos nos apresentam, especificamente no que diz respeito às tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). O acesso à internet revolucionou as atividades relacionadas a pesquisa e comunicação, impondo profundas transformações com influência na nossa própria cultura. Se não, vejamos: quando temos uma doença pesquisamos tudo na Internet: os sintomas, diagnóstico, tratamentos, etc. Se vamos viajar, podemos conhecer nosso destino graças à Internet. Nossas pesquisas escolares ficam mais fáceis e mais ricas com a ajuda da Internet. Tudo a um clique. Quando encontramos nossos amigos trocamos e-mail. E podemos conversar com aqueles que estão morando longe a qualquer hora. No entanto, esta é a nossa realidade, não é a realidade de todo brasileiro.

Neste tema, como em muitos outros no Brasil, é imprescindível considerar a questão crucial do acesso. Em nossa sociedade, onde a desigualdade de renda define a desigualdade de oportunidades, o acesso à Internet está ao alcance de poucos.

Para estar conectado à internet é necessário investir na compra de um computador, na assinatura de um provedor de acesso e ter uma linha telefônica, além dos gastos com manutenção e suprimentos.

Segundo dados do IBGE, em 2003, apenas 15,3% das moradias brasileiras possuíam microcomputador e em 11,4% este equipamento tinha acesso à internet (Fonte: PNAD/IBGE 2003).

No Mapa da Exclusão Digital (FGV/CDI) lançado em 2003, Manaus ocupava a 389a posição no ranking dos municípios, com uma taxa de inclusão de 9,78%. Mesmo se tratando de uma população que mora no entorno de um vibrante parque industrial.

A exclusão digital é a face mais moderna da exclusão social, e tende a aumentar a distância entre pobres e ricos, na medida em que, privados do conhecimento das novas bases estruturais do trabalho, milhões de brasileiros, representantes das camadas mais pobres da população, são mantidos à margem das competências exigidas pelo moderno mundo do trabalho.


Para fazer frente a esta realidade, as ações de inclusão devem partir de políticas públicas não apenas compensatórias, como estamos habituados a ver, mas estruturais, sem abrir mão da participação da sociedade civil organizada.

A inclusão digital também combate a miséria e promove a cidadania.

quinta-feira, maio 19, 2005

O amor é assim...

...
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo,
O meu melhor amigo é o meu
AMOR.
...

Fonte de água viva é o Senhor!

A questão da estética do corpo e da alma

Estamos muito ocupados com a questão da beleza, a beleza do corpo, do exterior. Porém, tanta moda, tanta ginástica e tanta cirugia plástica não escondem uma vida vazia de sentido, uma alma que não sabe amar. Tanta maquiagem... e o homem vira um borrão daquilo que poderia ser. Enfeitamos o corpo para esconder a feiura da alma.
Lá dentro solidão, inquietude, consumismo, corrupção, violência, desespero. O homem não descansa da busca pelo sentido da vida enquanto não descansa em Deus.

quarta-feira, maio 18, 2005

Dias Melhores

Rogério Flausino

Vivemos esperando
Dias melhores
Dias de paz, dias a mais,
Dias que não deixaremos para trás.
Vivemos esperando
O dia em que seremos melhores
Melhores no amor, melhores na dor,
Melhores em tudo.
Vivemos esperando
O dia em que seremos para sempre.
Vivemos esperando
Dias melhores para sempre,
Dias melhores para sempre.

Doce Nome

Gláucia Carvalho

Só de ouvir tua voz,
de sentir teu amor,
só de pronunciar o teu nome,
os meus medos se vão,
minha dor, meu sofrer,
pois de paz tu inundas meu ser.

Jesus, que doce nome
que transforma em alegria o meu triste coração.
Jesus, só o teu nome

é capaz de dar ao homem salvação.

- Linda, linda essa música.