segunda-feira, agosto 17, 2009

Conveniência feminina

Dia desses assiti a um filme bem bacana que me fez lembrar...
Uma vez assisti a esposa de um cidadão corrupto chorar copiosamente durante um depoimento numa CPI no Congresso Nacional. Chorava e dizia insistentemente que nada sabia sobre os negócios do marido, não fazia idéia, não desconfiava, blá, blá, blá... Cena corriqueira essa. Mas eu sempre soube que as esposas de mafiosos, bandidos, e toda sorte de corruptos e afins , pequenos ou grandes, não são vítimas, não são pobres mulheres enganadas, não são assim tão inocentes.

Acredito que estas hábeis e inteligentes mulheres, ocupadas em suas profissões ou dedicadas em administrar seus lares e cuidar da família, aparentemente distantes de todas as "falcatruas" do marido, sentem-se irremediavelmente atraídas pelo poder e pelo status que o dinheiro pode render, talvez até mais que seus próprios parceiros. Por isso mesmo tornam-se companheiras fiéis, garantindo toda a segurança e aprovação (silenciosa ou não) para que eles prossigam em seus pequenos ou grandes desvios. Seguem tolerantes, desde que não sintam-se ameçadas em seu conforto, sabendo que seu silêncio é bem recompensado. Pura conveniência.

sexta-feira, julho 03, 2009

Sabedoria da minha amiga Leninha: "Criar filho é treinamento pra doido." kkkkkkkkk! Eu diria: Criar filho, depois dos 30, é treinamento pra doido!

quarta-feira, julho 01, 2009

Eu TIM odeio! Odeio!

terça-feira, junho 02, 2009

Acho graça (muita) quando me perguntam se não estou trabalhando... Respondo, educadamente, que não estou trabalhando FORA DE CASA, porque trabalho não falta às mães. Em casa sou enfermeira, especialista em recreação, nutricionista, motorista, lavadeira, passadeira, planejadora, organizadora, e mais um milhão de outras... Faltam horas e sobra trabalho. Como é que alguém pode imaginar que não estou trabalhando?! Ora bolas!
Desculpe, mas acredito que esse é um pensamento preconceituoso que desvaloriza os trabalhos das mães e das donas de casa, ignorando a importância deles pra sobrevivência da humanidade. Ah, é isso mesmo!

sexta-feira, maio 29, 2009

Fala sério! Gente, só mesmo nossos Ilustres Senadores da República não observam dinheiros depositados a mais em suas contas correntes. Todo mortal que trabalha sabe exatamente quanto ganha, de onde vem e pra onde vai cada centavo do seu dinheiro e observa tudo que passa por sua conta corrente. Mas o mesmo não se pode esperar de nossos Dignos Senadores. Faça-me rir. Eles não sabem, não observam, não percebem, nem desconfiam, nem têem assim... uma curiosidade, sabe? Alguns acabaram de ser surpreendidos pela notícia de que receberam indevidamente auxílio moradia no valor de mais de R$3.000,00! Quem diria... Sucupira é ou não é aqui?

sexta-feira, maio 01, 2009

Competição

Não suporto, mas não suporto, mesmo, comparação de bebês! Mas, nesse nosso mundo competitivo, nem os bebês escapam.
Cada bebê tem uma herança genética, cada bebê teve uma história no útero de sua mãe, e, fora do útero, cada bebê se desenvolve em um ambiente diferente, cada um tem uma família diferente, cada um tem estímulos diferentes. Em resumo: cada bebê é único! Então, pelo amor de Deus, pra que ficar comparando: o bebê mais comprido, o mais gordinho, o mais esperto, o mais falante, o mais risonho, o mais inteligente... Que neura!
É verdade... os homens mudaram muito. Nooooossa! E como. São muito mais solidários e interessados em nos ajudar quando o bebê chega. Vão muito além das simples compras. Fazem de tudo. Arrumam a casa, põem café na mesa, tiram a mesa, lavam louça, põem e tiram roupa da máquina, trocam fraldas, dão banho, fazem o bebê dormir. Qualquer coisa, com exceção de amamentar ( e bem que eles gostariam). Agora somos uma EQUIPE. E sem a ajuda deles seria impossível superar a fase mais trabalhosa da vida do bebê. Parabéns para as sogras que souberam influenciar na formação dessa mentalidade mais moderna nos seus filhinhos. E, não são todas. Muitas estão aí a perpetuar a raça dos inúteis.

Mas, se os homens mudaram, as mulheres também. Não se fazem mais mulheres como antigamente. O que nossas antecessoras suportavam! Que mulheres de fibra, que força, que rochas elas eram! Tinham desprendimento, visão. Cansaço, dor, incômodos mil. E sem maridinho do lado pra compartilhar. Perto delas me sinto um "rato"!
As mulheres modernas estudaram, ganharam autonomia e ganharam o mundo. Quando chega a hora de experimentar a maternidade... Ui, que choque! Parece que você não está ali de verdade, deve ser um sonho, ou por alguma razão você assumiu a vida de outra pessoa. É um troço tão, mas tão desconhecido, tão inesperado, que deixa qualquer uma atônita. Pergunta clássica: por que ninguém me falou? Quanta desinformação! Mas se todos vamos estudar e trabalhar, pra que falar em maternidade?

sábado, abril 18, 2009

Antes e depois

A dinâmica da vida nos põe em situação de constante aprendizado. Mas, depois que você tem um filho esse aprendizado assume um ritmo completamente diferente, muito mais intenso. É outra história. Tenho a impressão de que agora é que começou pra valer. Antes,... ah, antes!... (risos).

quinta-feira, abril 16, 2009

Uma mãe precisa saber pedir e aceitar ajuda. Não interessa quanto cansaço você é capaz de suportar, não vale à pena "se acabar". Pense que é importante estar saudável e bem para cuidar e alimentar o "filhote". É por ele que você precisa saber aceitar ajuda.
Também não dá pra ser perfeccionista, ou você pira! Porque você não tem "mais" como estar no controle de tudo e as coisas nem sempre vão sair como você deseja, mas ainda assim é preciso ser grata a Deus e aos que estão por perto ajudando. Também não cobre perfeição de você mesma. Lembre-se de que você é nova nesse ofício. E não existem mães perfeitas. Peça sabedoria a Deus e haja com bom senso. Faça o seu melhor.
Quando você se torna mãe, a vida te surpreende com uma enxurrada de novas experiências. E com o desconhecido, vem a ansiedade e a insegurança. A ansiedade é uma droga. Você quer tudo pra ontem: que a filha mame, que engorde, que cresça, que cresça mais, que supere um problema de saúde, que aprenda a engatinhar, que fale, que ande, que se converta... Caaaalma! Um dia de cada vez. Paciência, paciência, paciência. Exercite o auto-controle.
Além disso tudo, tem a culpa. Uma hora ou outra ela aparece, com jeito de quem veio pra ficar. Livre-se dela o quanto antes.
A vida é curta e passa rápido. E isso fica muito mais claro quando se vive contando as horas entre as mamadas, as trocas, as sonecas. Então, mantenha a mente aberta e livre pra curtir o "filhote". Faça o seu melhor, e entregue tudo nas mãos de Deus.

domingo, março 08, 2009

Os primeiros 40 dias são mesmo de matar! Mas, se você sobreviver, minha querida, vai amar os três meses. Com eles chegam os sorrisos e o blá-blá-blá. Que gracinha!