Esta semana passei algumas manhãs no Studio Oliveira, "dando uma força" pra minha irmã terminar de editar o álbum de casamento. Não é fácil, acreditem. É complicado e cansativo devido à completa falta de método de trabalho da equipe e ao péssimo atendimento dispensado ao cliente que sente-se tratado como um pedinte, mesmo contratando um serviço nada barato. Rotina do mercado de serviços em Manaus, devido à falta de formação adequada dos fornecedores e à falta de concorrência. "Em terra de cegos, quem tem um olho é rei".
Entra cliente e sai cliente, observei quanta coisa é possível fazer pra melhorar uma imagem, é surpreendente! Conclusão óbvia é que nenhum ser humano é tão perfeito quanto parece ser nas páginas de uma revista. Acho graça. Quantas vezes já parei admirando a beleza e a perfeição dos traços, dos dentes, da pele, o brilho dos cabelos de uma modelo e pensando: como pode ser?...
Tá explicado.
Que maluquice! A indústria da beleza ganha seu dinheiro à custa de modelos de beleza que não existem na realidade. E nós admiramos a farsa, e ainda nos angustiamos. Somos ou não somos uma sociedade esquizofrênica?
quinta-feira, janeiro 24, 2008
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Cinema
Foi ótimo nosso primeiro cinema de 2008. O Filme MEU NOME NÃO É JOHNNY é cativante. Uma história muito bem contada, com humor, ação e drama, tudo na medida certa. Selton Mello dá show. Que bom que continuam despontando grandes atores em meio ao mar de corpinhos sarados sem talento algum pra dramaturgia.
É muito bacana acompanhar esse crescimento do cinema nacional que transcende para além do sexo pelo sexo, trabalhando com argumentos e idéias que propiciam debates importantes para o nosso tempo.
Sem contar que dá orgulho assistir brasileiro na tela! Isso é importante, fortalece nossa estima.
Vá lá e confira você mesmo.
É muito bacana acompanhar esse crescimento do cinema nacional que transcende para além do sexo pelo sexo, trabalhando com argumentos e idéias que propiciam debates importantes para o nosso tempo.
Sem contar que dá orgulho assistir brasileiro na tela! Isso é importante, fortalece nossa estima.
Vá lá e confira você mesmo.
domingo, janeiro 13, 2008
Caminhando
Tô feliz por conseguir reunir a coragem necessária pra pôr em prática uma velha meta de ano-novo. Agora, acordo mais cedo e caminho 30 minutos pela manhã todos os dias. Não é muito, mas é suficiente pra manter a saúde em dia, prevenir algumas doenças, aliviar o estresse e aumentar a resistência cardio-respiratória, já que não preciso perder peso.
Quem sabe daqui uns dias não começo a correr?
Quem sabe daqui uns dias não começo a correr?
Problemão
Ter um problema bem grande que não desgruda de você, que não some, que não desaparece, do qual você não pode fugir, não tem como se livrar, e talvez nem mesmo possa resolver, é frustrante e cansativo, emocionalmente desgastante. Parece uma dor de dente que não pára nunca, que te cansa, desanima e acaba com o bom humor.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Estatuto da Juventude
Francamente, senhores congressistas, já não entendemos todos que tão somente criar leis não transforma a realidade? Nossa juventude não precisa de estatuto. Precisa, sim, e urgente, de política pública com foco na educação profissional e no emprego. Ou Vossas Excelências ainda não perceberam?
domingo, dezembro 23, 2007
Sem memória
Fico triste de ver imóveis antigos de uma área tradicional do centro antigo da cidade desaparecerem de repente para que em seus lugares surjam os espigões "modernosos" da Uninorte. Ah, francamente, preferia que essas caixas frias de vidro e concreto brotassem em qualquer outro bairro mais novo e mais pobre de significado. Mas, justo em plena Avenida Joaquim Nabuco! Que ultraje! Isso é o que eu chamo progresso a qualquer custo. Não bastasse o abandono da memória arquitetônica da cidade, que literalmente apodrece na falta de políticas públicas de preservação e valorização do casario, das praças e dos monumentos históricos, convivemos com a destruição rápida e irreversível da memória urbana, que sucumbe ao poderio de um grupo econômico.
O capital é o mesmo insensível de sempre, enquanto o Administrador permanece fiel à sua hipocrisia doentia.
O capital é o mesmo insensível de sempre, enquanto o Administrador permanece fiel à sua hipocrisia doentia.
sexta-feira, dezembro 21, 2007
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